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    <title>ABS Pecplan - Noticias de Mercado</title>
    <link>http://www.abspecplan.com.br</link>
    <description>A maior empresa de inseminação artificial bovina do mundo.</description>
    <language>pt-br</language>
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      <title>Não perca: neste domingo no Canal Rural, debate técnico e venda de sêmen em condições super especiais!</title>
      <description>ABS Pecplan e Rancho da Matinha promovem neste domingo, 05/02, um debate técnico e comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de s&amp;ecirc;men em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es super especiais das 14:00 as 19:00h através do Canal Rural. Os assuntos abordados ser&amp;atilde;o Efici&amp;ecirc;ncia Alimentar, Ciclo Curto de Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, IATF e o lan&amp;ccedil;amento dos Selos de Certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Touros, Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Carca&amp;ccedil;a, Precocidade Sexual e Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Genética. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Participantes:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Luciano Borges &amp;ndash; Proprietário do Rancho da Matinha&lt;br /&gt;Gustavo Morales Brito &amp;ndash; Gerente de Produto Zebu Corte ABS Pecplan&lt;br /&gt;Cristiano Ribeiro&amp;nbsp; - Gerente do Depto. Técnico Corte e Coordenador IATF ABS Pecplan&lt;br /&gt;Fabiano Araujo &amp;ndash; Diretor Executivo da Aval Consultoria&lt;br /&gt;Egleu Mendes &amp;ndash; Gest&amp;atilde;o de Pesquisa e Desenvolvimento Embrapa Pantanal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Domingo, 05/02, a partir das 14h no Canal Rural. Participe! &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ótima oportunidade para conhecer melhor novas tecnologias e adquirir a genética que vem gerando os melhores resultados econ&amp;ocirc;micos da pecuária de corte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              </description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1597</link>
      <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 00:00:00 -0200</pubDate>
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    <item>
      <title>Gir Leiteiro bate Recorde no número de registros em 2011</title>
      <description>O crescimento do Gir Leiteiro foi confirmado pela divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos números de Registros Genealógicos de Nascimentos (RGN), durante o ano de 2011, realizados pela ABCZ. Em toda a história do Servi&amp;ccedil;o de Registro Genealógico das ra&amp;ccedil;as Zebuínas (SRGRZ) nunca se registrou tanto Gir Leiteiro como em 2011. Foram realizados neste período cerca de 29.827 Registros de Nascimento, dos quais 19.819 foram de f&amp;ecirc;meas e 10.008 de machos da Ra&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ABCGIL parabeniza todos os Criadores e usuários de genética de Gir Leiteiro por contribuírem para mais essa conquista da ra&amp;ccedil;a, lembrando que já foram inciadas as inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o Concurso Leiteiro da 78&amp;ordf; EXPOZEBU. &amp;quot;Vamos repetir este ano o sucesso do Gir Leiteiro em 2011, enchendo novamente o Parque de Exposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Fernando Costa, em Uberaba, com o que há de melhor no Gir leiteiro&amp;quot; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ABCGIL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;</description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1596</link>
      <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>08/02: ASBIA inova a apresentação do índice de movimentação de sêmen no Brasil</title>
      <description>Na próxima quarta-feira, dia oito de fevereiro, será realizada em S&amp;atilde;o Paulo a Coletiva de Imprensa da ASBIA - Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Insemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o Artificial. Além de antecipar a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do relatório de movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de s&amp;ecirc;men bovino no Brasil para fevereiro, a associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o anuncia mudan&amp;ccedil;as na forma de tabula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Presidente da ASBIA, Lino Rodrigues Filho, a entidade apresentará nessa reuni&amp;atilde;o o &amp;ldquo;Index ASBIA&amp;rdquo;, relatório trimestral que reunirá apenas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es enviadas pelas empresas associadas que, juntas, representam 90% do mercado brasileiro. &amp;ldquo;Nos últimos tr&amp;ecirc;s anos, acompanhando o expressivo crescimento do setor de Insemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o Artificial, as principais empresas atuantes, todas associadas &amp;agrave; ASBIA, come&amp;ccedil;aram a manifestar a necessidade de um acompanhamento mais constante da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado para poder identificar as tend&amp;ecirc;ncias nas diferentes regi&amp;otilde;es do Brasil, bem como os índices segundo o tipo de utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da genética: Leite ou Carne&amp;rdquo;, afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Index ASBIA permitirá a todos os envolvidos na cadeia produtiva da pecuária, inclusive a imprensa, conhecer com fidelidade a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor e aquelas regi&amp;otilde;es e ra&amp;ccedil;as que mais tem se destacado. &amp;ldquo;Esse se torna, portanto, um passo enorme na moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ASBIA e principalmente na presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os aos milhares de criadores que vem contribuindo para a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pecuária nacional&amp;rdquo;, completa Lino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jornalistas ser&amp;atilde;o recepcionados na coletiva, que acontece em novo local, com um café-da-manh&amp;atilde;. Receber&amp;atilde;o uma cópia dos relatórios com os dados completos. Após a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o cada jornalista poderá fazer suas perguntas ou entrevistas exclusivas aos membros da diretoria associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Fora da coletiva os dados só ser&amp;atilde;o disponibilizados alguns dias depois, direto no site da ASBIA (www.asbia.org.br).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do relatório s&amp;atilde;o auditados pela HLB Audilink &amp;amp; Cia. Auditores. A ASBIA é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 26/11/1974 para congregar as empresas que se dedicam ao fomento da pecuária no setor da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de s&amp;ecirc;men, materiais e equipamentos de uso na insemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o artificial e de outros produtos ligados reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o animal.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;É necessário confirmar presen&amp;ccedil;a na ASBIA com Bianca (34) 3333.1403 ou imprensa@asbia.org.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coletiva: &lt;br /&gt;Mercure Accor Hotels&lt;br /&gt;Data: 08/02/2012&lt;br /&gt;Horário: 9:30h&lt;br /&gt;Rua Funchal,111 - Vila Olímpia&lt;br /&gt;S&amp;atilde;o Paulo - SP&lt;br /&gt;Tel: (11)3046-3800 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1595</link>
      <pubDate>Wed, 01 Feb 2012 00:00:00 -0200</pubDate>
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    <item>
      <title>Agronegócio acredita que 2012 será melhor que 2011</title>
      <description>A 1&amp;ordf; Sondagem de Expectativas para o Agronegócio, divulgada ontem (30) pela Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), aponta otimismo do setor para o ano de 2012: 67% dos entrevistados acham que o ano será melhor do que 2011. A pesquisa foi feita há cerca de dez dias com uma amostra de 100 pessoas ligadas &amp;agrave; cadeia do agronegócio, sendo 55% produtores, 25% consultores e 20% fornecedores de insumos e distribuidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor técnico da SNA, Fernando Pimentel, disse que a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de clima favoráveis para a safra de ver&amp;atilde;o justificam o otimismo. &amp;quot;Salvo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, o sul de Mato Grosso do Sul e o oeste do Paraná, basicamente o Brasil, de uma maneira geral, está produzindo muito bem. Vai ser uma safra muito boa, embora com redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de soja e milho&amp;quot;, declarou. Ele ponderou, contudo, que os pre&amp;ccedil;os agrícolas est&amp;atilde;o se mantendo, permitindo que a renda no campo também se mantenha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pimentel lembrou que o governo federal já sinalizou a possibilidade de estender alguns benefícios, como renegocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e alongamento de dívidas. &amp;quot;Se voc&amp;ecirc; olhar no c&amp;ocirc;mputo geral a safra brasileira, ela sinaliza um ambiente de otimismo, independentemente desses problemas de clima localizados&amp;quot;. Eles podem trazer preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o par a safra de inverno de trigo, de aveia e milho segunda safra. &amp;quot;Mas, de maneira geral, os sinais s&amp;atilde;o bem positivos&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A infraestrutura e a logística de transporte e a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os principais obstáculos para o desenvolvimento do setor nacional, de acordo com 97% dos consultados. &amp;quot;Somos muito eficientes da porteira para dentro, mas nossa infraestrutura n&amp;atilde;o acompanhou o ritmo de crescimento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, avaliou o presidente da SNA, Antonio Alvarenga. Para ele, isso prejudica a competitividade do produto brasileiro no exterior e contribui para diminuir a renda dos produtores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um total de 71% dos representantes da cadeia do agronegócio brasileiro demonstrou preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o também com o cenário internacional, em especial a Europa e China, para onde s&amp;atilde;o destinados, respectivamente, 25% e 17% das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do setor nacional. Fernando Pimentel ressaltou que em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da crise mundial, poderá ocorrer problemas na oferta de recursos para a agricultura no Brasil, &amp;quot;principalmente nas linhas de financiamento &amp;agrave; exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;. Mas n&amp;atilde;o será nada de grande envergadura porque as commodities agrícolas s&amp;atilde;o essenciais, &amp;quot;principalmente as que o Brasil produz&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele analisou que a crise vai afetar o ambiente de crédito e de consumo de bens de capital, &amp;quot;mas eu n&amp;atilde;o vejo ninguém deixando de comer na Europa ou na China&amp;quot;. Pimentel destacou que mesmo na crise de 2008, o produtor brasileiro n&amp;atilde;o sofreu reflexos negativos. Como a agricultura trata de bens essenciais, admitiu que poderá haver um pequeno recuo na curva de crescimento das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de alimentos brasileiros para a Uni&amp;atilde;o Europeia ou China, mas assegurou que &amp;quot;n&amp;atilde;o há como abrir m&amp;atilde;o dos insumos essenciais que o Brasil produz para a alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C&amp;acirc;mbio (80%), burocracia (82%) e juros (68%) também foram apontados na sondagem entre os obstáculos ao desenvolvimento do agronegócio, superando as tradicionais reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es do setor, entre as quais falta de crédito e de apoio do governo. A pesquisa traz como novidade a crescente preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor com a falta de m&amp;atilde;o de obra qualificada, citada por 66% dos entrevistados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1593</link>
      <pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Valor da produção pecuária cresceu 20,8%</title>
      <description>Em 2011, o Valor Bruto da Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o (VBP) pecuária cresceu 20,8%, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o ano anterior, para R$ 118,3 bilh&amp;otilde;es, de acordo com cálculo da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O aumento da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os, especialmente na cadeia da bovinocultura,&lt;br /&gt;determinaram o crescimento do VBP da pecuária no ano passado. A escassez de bovinos para abate e a demanda aquecida por carne em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o das festas de final de ano contribuíram para o aumento do faturamento final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ano de 2011 também foi positivo para a exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de carnes. Os embarques renderam US$ 15,6 bilh&amp;otilde;es, resultado 14,7% superior ao registrado no ano passado. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da CNA, a abertura do mercado da China para a carne brasileira reverteu a tend&amp;ecirc;ncia de queda nas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, movimento&lt;br /&gt;que seria provocado pelo embargo imposto pela Rússia ao produto nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a abertura do mercado chin&amp;ecirc;s, o país asiático se consolida como o principal parceiro comercial do Brasil. O Valor Bruto da Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o agrícola e pecuária cresceu 15% em 2011, para R$ 306,56 bilh&amp;otilde;es. O desempenho reflete a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os das commodities agrícolas, que subiram a partir no segundo semestre do ano passado e se mantiveram em patamares elevados para a maioria dos produtos. A colheita recorde de gr&amp;atilde;os e fibras também influenciou o resultado, segundo a entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O VBP agrícola alcan&amp;ccedil;ou a marca de R$ 188,25 bilh&amp;otilde;es, crescimento de 11,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos R$ 168,6 bilh&amp;otilde;es recebidos no ano anterior. A safra brasileira de gr&amp;atilde;os chegou a 162,9 milh&amp;otilde;es de toneladas, crescimento de 9,2% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; safra anterior.&amp;nbsp;              </description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1591</link>
      <pubDate>Fri, 20 Jan 2012 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Indústria de carne prevê exportação recorde em 2012</title>
      <description>Os exportadores de carne bovina preveem recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos embarques após a queda do ano anterior e novo incremento nos pre&amp;ccedil;os, o que poderá levar o Brasil a encerrar 2012 com receita acima de 6 bilh&amp;otilde;es de dólares pela primeira vez, estimou a indústria nesta ter&amp;ccedil;a-feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os embarques do Brasil, um dos maiores exportadores globais de carne bovina, devem crescer embalados na recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do espa&amp;ccedil;o perdido no mercado russo e por mais vendas para a Uni&amp;atilde;o Europeia e Estados Unidos. &amp;quot;Esta é uma previs&amp;atilde;o baseada em assuntos que est&amp;atilde;o em andamento&amp;quot;, disse a jornalistas Ant&amp;ocirc;nio Camardelli, presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), acreditando em menos dificuldades para exportar &amp;agrave; Rússia e &amp;agrave; Uni&amp;atilde;o Europeia. &amp;quot;Vemos a possibilidade de voltar a crescer em volume, como na Rússia..., que pode voltar a patamares anteriores (ao embargo parcial aos frigoríficos).&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isso, a expectativa da Abiec é que o setor reverta a queda de 10,8 por cento nas vendas totais do ano passado, quando foram embarcadas 1,09 milh&amp;atilde;o de toneladas, para um aumento de 10 por cento em 2012.&lt;br /&gt;Já receita com exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de carne bovina do país subiu 11,65% no ano passado, para 5,37 bilh&amp;otilde;es de dólares, de acordo com associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que prev&amp;ecirc; crescimento nas divisas de 20% em 2012 ante o ano anterior.&lt;br /&gt;Com o aumento expressivo de 25% no pre&amp;ccedil;o médio da tonelada exportada no ano passado, o Brasil praticamente igualou a receita recorde de 5,4 bilh&amp;otilde;es de dólares registrada em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em volumes, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras marcaram um recorde em 2007, quando atingiram 1,6 milh&amp;atilde;o de toneladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mercados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rússia foi o principal destino para a carne brasileira, com uma fatia de 22% no ano passado, contra 24 por cento de 2010. Mesmo assim, o embargo parcial imposto em junho de 2011 fez as vendas para o país recuarem 19,5% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 2010, para 294,9 mil toneladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns frigoríficos de tr&amp;ecirc;s Estados -Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul- est&amp;atilde;o impossibilitados de vender para o mercado russo desde o embargo imposto em 15 junho de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;A tend&amp;ecirc;ncia para este ano, agora que alguns estabelecimentos já foram reabilitados, é de crescimento&amp;quot;, disse Camardelli. Segundo ele, a entrada da Rússia na Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial de Comércio (OMC) e o diálogo entre equipes técnicas dos dois países favorecer&amp;atilde;o os embarques brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os embarques para a Uni&amp;atilde;o Europeia, segundo principal destino para o produto brasileiro, recuaram 10% em volume, para 109 mil toneladas. Contudo, registraram crescimento de 21% em receita. Resultado que Camardelli atribui ao mix de cortes de carnes embarcadas para aquele país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, o avan&amp;ccedil;o das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a Uni&amp;atilde;o Europeia sobre a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lista de propriedades habilitadas a exportar para aquele mercado, que agora é de responsabilidade brasileira, permitirá um incremento na oferta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, o Brasil tem 2 mil propriedades habilitadas a fornecer gado para frigoríficos que exportam para a Uni&amp;atilde;o Europeia, o que engloba 4,3 milh&amp;otilde;es de cabe&amp;ccedil;as. Antes de 2008, 26 mil propriedades podiam exportar para os europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, com o governo brasileiro assumindo a responsabilidade de fiscalizar e divulgar esta lista de propriedades habilitadas, a indústria espera minimizar a burocracia e elevar a oferta para aquele mercado. Este processo ainda deve ser auditado pelos europeus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;Vamos ter um número mais palatável de oferta (de carne para o mercado europeu)&amp;quot;, acrescentou. &lt;br /&gt;Já os Estados Unidos, oitavo destino para a carne brasileira, tiveram um salto importante neste ano tanto em volume como em receita, superior a 100 por cento na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 2010. &amp;quot;2011 foi o primeiro ano de embarque cheio, desde que os Estados Unidos reabriram (seu mercado) para a carne industrializada do Brasil&amp;quot;, observou Camardelli, explicando a raz&amp;atilde;o do crescimento expressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os EUA barraram a entrada de carne processada do Brasil em maio de 2010, depois que constataram níveis acima dos tolerados do vermífugo ivermectina na carne exportada pelo Brasil. O mercado norte-americano só foi reaberto em dezembro de 2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Abiec também vislumbra conseguir embarcar carne in natura para o mercado norte-americano. &amp;quot;Este será um bom ano para evoluir as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es neste mercado&amp;quot;, disse Camardelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uniformiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A flexibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o normativa 61, que passa para o governo brasileiro o gerenciamento das propriedades habilitadas a exportar para a Europa, atendeu demanda dos exportadores brasileiros, mas n&amp;atilde;o é fator suficiente para a indústria descartar um pedido de contencioso contra a UE junto &amp;agrave; OMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diretor executivo da Abiec, Fernando Sampaio, explica que a indústria ainda estuda ir &amp;agrave; OMC por conta dos entraves encontrados para cumprir a chamada cota Hilton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esta cota, o Brasil pode exportar 10 mil toneladas de cortes especiais de carne, volume que o País n&amp;atilde;o consegue alcan&amp;ccedil;ar diante das normas específicas aplicadas ao produto brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Abiec quer a uniformiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras para os países que t&amp;ecirc;m direito a exportar por esta cota, que atualmente variam entre os países que det&amp;ecirc;m esta cota. &amp;quot;Mas este tema, também está em negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ada&amp;quot;, disse Sampaio, sem dar mais detalhes.&lt;br /&gt;</description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1590</link>
      <pubDate>Thu, 19 Jan 2012 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Exportações do agronegócio registram melhor ano desde 1997</title>
      <description>As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras do agronegócio registraram um novo recorde histórico em 2011, somando US$ 94,59 bilh&amp;otilde;es, valor 24% superior ao alcan&amp;ccedil;ado em 2010 (US$ 76,4 bilh&amp;otilde;es). O bom desempenho fez de 2011 o melhor ano para a balan&amp;ccedil;a comercial do agronegócio desde 1997. A meta do Ministério da Agricultura para 2012 é ultrapassar US$ 100 bilh&amp;otilde;es, com estimativa de 5,7% de crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtos do complexo soja (gr&amp;atilde;o, farelo e óleo) foram os que mais contribuíram para o crescimento nas vendas externas e os que registraram o maior valor de exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Complexo sucroalcooleiro e carnes também se destacaram nas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Os principais destinos dos embarques de produtos nacionais foram os mercados da Uni&amp;atilde;o Europeia, China, Estados Unidos, Rússia e Jap&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras de produtos agropecuários atingiram US$ 17,08 bilh&amp;otilde;es (valor 28% superior ao registrado em 2010), resultando em um superávit de US$ 77,51 bilh&amp;otilde;es na balan&amp;ccedil;a comercial do agronegócio de 2011. O saldo do setor agropecuário é quase tr&amp;ecirc;s vezes superior ao acumulado no resultado global da balan&amp;ccedil;a comercial brasileira, que fechou o ano de 2011 com superávit de US$ 29,8 bilh&amp;otilde;es.&lt;br /&gt;Destaque&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtos do complexo soja foram os que mais contribuíram para a expans&amp;atilde;o das vendas externas em 2011, sendo responsáveis por 38,7% do crescimento total de US$ 18,15 bilh&amp;otilde;es no agronegócio. Em seguida encontram-se o café (16,4%), os produtos do complexo sucroalcooleiro (13,2%), as carnes (11,1%) e os cereais, farinhas e prepara&amp;ccedil;&amp;otilde;es (8%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 2010, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de soja em gr&amp;atilde;os cresceram 47,8% em valor (US$ 11,03 bilh&amp;otilde;es para US$ 16,31 bilh&amp;otilde;es), devido ao crescimento de 30,3% no pre&amp;ccedil;o médio de venda. Em volume, o aumento foi de 13,5%. As exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es de farelo e óleo de soja somaram, respectivamente, US$ 5,69 bilh&amp;otilde;es e US$ 2,13 bilh&amp;otilde;es em 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O complexo sucroalcooleiro teve receita de US$ 16,18 bilh&amp;otilde;es com vendas externas em 2011 (17,45% superior em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior). O crescimento se deu em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do aumento de 29,9% no pre&amp;ccedil;o de venda, apesar da queda de 9,6% na quantidade exportada no período (29,52 milh&amp;otilde;es para 26,70 milh&amp;otilde;es de toneladas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As carnes foram o terceiro setor de maior exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com vendas de US$ 15,64 bilh&amp;otilde;es, o que representa 14,8% de expans&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2010. Esse crescimento ocorreu em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 16,6% no pre&amp;ccedil;o médio do produto, o que compensou uma queda de 1,6% na quantidade exportada em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2010. O setor foi responsável por 16,5% do montante total das vendas externas do agronegócio em 2011, com destaque para a carne de frango, cujas vendas somaram US$ 7,49 bilh&amp;otilde;es, 19,9% a mais do que o ano anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os produtos florestais ficaram em quarto lugar no ranking de exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do agronegócio, com US$ 9,64 bilh&amp;otilde;es e 3,8% de crescimento em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior. Destaca-se ainda o café, que atingiu a cifra de US$ 8,73 bilh&amp;otilde;es (51,5% superior ao ano anterior).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em conjunto, os cinco principais setores (complexo soja, complexo sucroalcooleiro, carnes, produtos florestais e café) somaram US$ 74,33 bilh&amp;otilde;es em exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, sendo responsáveis por 78,6% do total das vendas externas de produtos brasileiros agropecuários em 2011. Essa participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o representa um aumento na concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pauta exportadora. Em 2010, os mesmos setores foram responsáveis por 77,9% dos embarques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dezembro &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último m&amp;ecirc;s de 2011, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras do agronegócio alcan&amp;ccedil;aram o valor de US$ 7,01 bilh&amp;otilde;es, o que significou um crescimento de 15,7% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos US$ 6,06 bilh&amp;otilde;es exportados no mesmo m&amp;ecirc;s do ano anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais setores responsáveis pelos US$ 949,5 milh&amp;otilde;es de incremento verificados nas exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es agrícolas brasileiras em dezembro foram: complexo soja (US$ 599 milh&amp;otilde;es ou 63,1%); carnes (US$ 155,8 milh&amp;otilde;es ou 16,4%); e fibras e produtos t&amp;ecirc;xteis (US$ 149,9 milh&amp;otilde;es ou 15,8%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor de carnes foi o principal exportador do agronegócio no m&amp;ecirc;s de dezembro de 2011, com um patamar de US$ 1,28 bilh&amp;atilde;o em vendas ao exterior, ou 18,3% do total exportado pelo agronegócio brasileiro no período. Esse valor representou um crescimento de 13,8% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos US$ 1,12 bilh&amp;atilde;o exportados pelo setor em dezembro/2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais responsáveis pelos valores comercializados foram a carne de frango, com US$ 650,1 milh&amp;otilde;es em vendas, e a carne bovina, com US$ 413,7 milh&amp;otilde;es exportados. Em dezembro/2011, o setor de carnes registrou crescimento tanto das quantidades embarcadas (6,1%) quanto do pre&amp;ccedil;o médio comercializado (7,3%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;</description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1581</link>
      <pubDate>Thu, 12 Jan 2012 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>MAPA divulga medidas para evitar aftosa </title>
      <description>O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) anunciou as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es imediatas que ser&amp;atilde;o adotadas para evitar a introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do vírus da febre aftosa no país em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo foco da doen&amp;ccedil;a notificado pelo Paraguai nesta ter&amp;ccedil;a-feira, 3 de janeiro. O vírus foi identificado em bovinos numa propriedade na localidade de Aguaray Amistad, no Departamento de San Pedro, a cerca de 30 quil&amp;ocirc;metros do foco notificado em setembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em raz&amp;atilde;o da nova ocorr&amp;ecirc;ncia, o MAPA adotou as seguintes medidas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Suspens&amp;atilde;o temporária das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de carnes de bovinos oriundos do Departamento de San Pedro;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Retomada da desinfec&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos veículos procedentes do Paraguai;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os Ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Defesa acordaram retomar o apoio das For&amp;ccedil;as Armadas, para dar suporte &amp;agrave;s a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de defesa sanitária animal na regi&amp;atilde;o de fronteira do Mato Grosso do Sul com o Paraguai;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Foram suspensos todos os eventos agropecuários no Estado do Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A Sala de Situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para alerta sanitário foi reativada com os Estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em conjunto com os órg&amp;atilde;os de saúde animal dos Estados de Mato Grosso do Sul e Paraná, refor&amp;ccedil;o nas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es rotineiras de vigil&amp;acirc;ncia e de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sanitária na fronteira, com a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o a cada 30 dias de propriedades sentinelas (de maior risco de vulnerabilidade), bem como inspe&amp;ccedil;&amp;atilde;o das propriedades a elas vinculadas (que receberam animais dessas propriedades sentinelas);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Envio, na próxima semana, de miss&amp;atilde;o técnica &amp;agrave;quele país, para verificar os controles de origem dos animais abatidos e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de processamento das carnes exportadas ao Brasil;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O Estado de Mato Grosso do Sul está contratando mais 35 médicos veterinários para trabalharem especificamente na regi&amp;atilde;o de fronteira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Para o Estado do Paraná, foi solicitado o refor&amp;ccedil;o no georreferenciamento das propriedades da fronteira e a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vigil&amp;acirc;ncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul também decretou alerta sanitário no Estado e anunciou medidas. Entre elas, a de refor&amp;ccedil;o da vigil&amp;acirc;ncia sanitária numa faixa de 200 quil&amp;ocirc;metros de extens&amp;atilde;o por 60 quil&amp;ocirc;metros de largura no noroeste gaúcho, na fronteira com a Argentina, para evitar riscos de contamina&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, 96% dos bovinos com até dois anos acabaram de ser vacinados no Estado, mas mesmo assim o governo decidiu retomar os procedimentos já realizados em setembro e ampliar a vigil&amp;acirc;ncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Paraná, que quer voltar a pleitear o status internacional de &amp;quot;livre de aftosa sem vacina&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;quot;, o governo estadual também anunciou o refor&amp;ccedil;o da fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              </description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1578</link>
      <pubDate>Wed, 04 Jan 2012 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>São Paulo dispensa licenciamento ambiental para atividades agropecuárias </title>
      <description>O governador de S&amp;atilde;o Paulo, Geraldo Alckmin, assinou ontem (27) medida que dispensa licenciamento ambiental para atividades agropecuárias de empreendimentos com pequeno potencial poluidor e degradador. A medida pretende desburocratizar o processo e simplificar a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atividades do setor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais beneficiados com a medida ser&amp;atilde;o os produtores rurais que se dedicam ao cultivo de espécies de interesse agrícolas temporárias, semi-perenes e perenes, apicultura em geral e ranicultura e cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de animais, exceto as atividades de avicultura, suinocultura e aquicultura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que os produtores consigam a dispensa do licenciamento ambiental será necessário apresentar a Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Conformidade da Atividade Agropecuária, que n&amp;atilde;o deve implicar em interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o em áreas de preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente ou supress&amp;atilde;o de vegeta&amp;ccedil;&amp;atilde;o nativa. A declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o deverá ser preenchida pelo produtor e depois entregue &amp;agrave; Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Já os beneficiários de projetos de reforma agrária e remanescentes de comunidades quilombolas dever&amp;atilde;o entregar o documento &amp;agrave; Secretaria da Justi&amp;ccedil;a. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;A pessoa faz uma auto-declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, encaminha (o documento) a uma Casa de Agricultura e já está liberado. Depois o governo vai, por meio (da secretaria) do Meio Ambiente, fazer um acompanhamento, um controle&amp;rdquo;, disse Alckmin. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o governador, as medidas ser&amp;atilde;o baseadas principalmente numa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o de confian&amp;ccedil;a entre o governo e os produtores. &amp;ldquo;Noventa e nove vírgula cinco por cento dos nossos (produtores) cumprem (a lei). Essa história de n&amp;atilde;o confiar é um equívoco. É óbvio que vamos fazer o acompanhamento. Mas enquanto n&amp;atilde;o tinha licen&amp;ccedil;a, n&amp;atilde;o se podia trabalhar. Agora, se libera (a licen&amp;ccedil;a), trabalha (a terra) e nós vamos fazer o acompanhamento. Se tiver algum caso de auto-declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o errada, vamos punir&amp;rdquo;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              </description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1577</link>
      <pubDate>Wed, 28 Dec 2011 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Exportações do agronegócio ultrapassam US$ 87 bilhões de janeiro a novembro</title>
      <description>Com a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos números de novembro da Balan&amp;ccedil;a Comercial do Agronegócio nesta sexta, dia 9, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) ultrapassa a meta prevista para fechar este ano, que era de US$ 85 bilh&amp;otilde;es. Segundo o levantamento, o valor acumulado de janeiro a novembro de 2011 é de US$ 87,57 bilh&amp;otilde;es, 24,4% superior ao registrado no mesmo período de 2010.
&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
A expans&amp;atilde;o se deve, principalmente, &amp;agrave; eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pre&amp;ccedil;o médio de exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que subiu em todos os principais setores exportadores do agronegócio. A quantidade exportada teve eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o em somente dois dos cinco principais setores: complexo soja (+8,0%) e café (+1,4%). Isso coloca o complexo soja como principal setor das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, com US$ 22,95 bilh&amp;otilde;es e eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 38,9% no ano.

&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em segundo lugar nas receitas está o complexo sucroenergético, com registro de vendas de US$ 14,99 (+18,9%). As carnes continuaram na terceira posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dentre os principais setores exportadores, totalizando US$ 14,35 bilh&amp;otilde;es (+14,8%). Em quarto lugar, os produtos florestais, com vendas de US$ 8,82 bilh&amp;otilde;es ou 5% acima do registrado de janeiro a novembro de 2010. Logo após aparece o café na quinta posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com valor exportado de US$ 7,89 bilh&amp;otilde;es (+55,7%).

&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também foi registrado crescimento no valor exportado para os principais blocos econ&amp;ocirc;micos, entre janeiro e novembro de 2011: África (+42,1%); Oceania (+49,6%); Europa Ocidental (+33,2%); Ásia (+31,1%), Nafta (+22,5%), Mercosul (+19,9%) e Uni&amp;atilde;o Europeia (+18,1%). Quanto aos países, entre janeiro e novembro de 2011, houve aumento das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a maioria dos 20 principais destinos importadores dos produtos brasileiros, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo período em 2010. &lt;br /&gt;</description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1570</link>
      <pubDate>Fri, 09 Dec 2011 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>CNA: Setor agropecuário é destaque da economia nacional</title>
      <description>A colheita de 163 milh&amp;otilde;es de toneladas de gr&amp;atilde;os e algod&amp;atilde;o neste ano, volume superior &amp;agrave; produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 149 milh&amp;otilde;es de toneladas de 2010, influenciou o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário, no terceiro trimestre de 2011, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo período do ano passado. A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o é da superintendente técnica da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Rosemeire Cristina dos Santos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB da agropecuária teve aumento de 6,9%, no terceiro trimestre de 2011, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao terceiro trimestre de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor agropecuário foi o destaque da economia nacional, com crescimento de 3,2%, segundo o IBGE, enquanto a economia brasileira ficou praticamente estagnada no terceiro trimestre de 2011, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao segundo. A superintendente da CNA lembra que a rentabilidade de quase todas as lavouras foi muito boa neste ano. &amp;ldquo;Todos os produtos da agropecuária tiveram desempenho positivo, com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o do arroz, cuja colheita foi de 14 milh&amp;otilde;es de toneladas&amp;rdquo;, afirmou. Explicou que os brasileiros consomem cerca de 11,5 milh&amp;otilde;es de toneladas de arroz e o excedente, de quase dois milh&amp;otilde;es de toneladas, pressionou os pre&amp;ccedil;os do produto para baixo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cenário é semelhante para o feij&amp;atilde;o: além de os pre&amp;ccedil;os estarem baixos, os custos de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o foram bastante elevados, comprometendo a rentabilidade da cultura. No caso da cana-de-a&amp;ccedil;úcar, as contas empataram. &amp;ldquo;Para as demais culturas, tivemos produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o em alta e pre&amp;ccedil;os acima da média, o que impulsiona o setor agropecuário como um todo&amp;rdquo;, afirmou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              </description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1565</link>
      <pubDate>Wed, 07 Dec 2011 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Senadores aprovam projeto do novo Código Florestal brasileiro</title>
      <description>Os senadores aprovaram na noite desta ter&amp;ccedil;a-feira (06/12), no plenário do Senado, o projeto do novo Código Florestal (PLC 30/2011), substitutivo de autoria dos senadores Luiz Henrique (PMDB-SC) e Jorge Viana (PT-AC) para o texto do ent&amp;atilde;o deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP), aprovado na C&amp;acirc;mara dos Deputados em maio deste ano. Foram 59 votos a favor e sete votos contrários ao texto-base. Logo em seguida os senadores passaram a votar as emendas de destaque ao texto principal. Jorge Viana (PT-AC) acolheu 26 emendas de plenário de um total de 78 apresentadas. O plenário rejeitou quatro destaques ao texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A presidente da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, afirmou, antes da vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o do texto-base, que depois de 15 anos, o Congresso Nacional percebeu a necessidade de atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental. &amp;ldquo;O Congresso Nacional vota sim pelo Brasil, pelos produtores rurais, pelo emprego, pelo PIB (Produto Interno Bruto) e pela alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do povo brasileiro&amp;rdquo;, afirmou. Para ela, o &amp;ldquo;dia de hoje é histórico&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o do texto-base ocorreu logo após os discursos dos relatores. O senador Luiz Henrique, relator nas Comiss&amp;otilde;es de Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Justi&amp;ccedil;a e Cidadania (CCJ), Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia, Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Informática (CCT) e Agricultura e Reforma Agrária (CRA), foi o primeiro a discursar. &amp;ldquo;O parecer do senador Jorge Viana representará a certeza de um desenvolvimento equilibrado e sustentável para o nosso País, mantendo ao mesmo tempo regras rígidas de preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e propiciando o desenvolvimento da atividade agrossilvipastoril&amp;rdquo;, afirmou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senador Jorge Viana afirmou que o novo Código Florestal garantirá seguran&amp;ccedil;a jurídica aos produtores rurais. &amp;ldquo;Nós temos que dar tranq&amp;uuml;ilidade aos brasileiros e brasileiras que vivem nas áreas rurais, produzindo para que nós, nas cidades, possamos consumir&amp;rdquo;, afirmou o relator da proposta do novo Código Florestal, na Comiss&amp;atilde;o de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor, Fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Controle (CMA).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ele, com o novo Código Florestal, n&amp;atilde;o haverá licen&amp;ccedil;a aos que desmataram ilegalmente. &amp;ldquo;Nessa proposta de Código Florestal n&amp;atilde;o tem trela para quem destrói a floresta de maneira ilegal&amp;rdquo;, disse. O novo Código Florestal, prosseguiu o relator, &amp;ldquo;cria condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que o desmatamento ilegal no Brasil seja zero&amp;rdquo;.&amp;nbsp; Citou a responsabilidade do Brasil como grande produtor de alimentos. &amp;ldquo;O Brasil tem que ao mesmo tempo cuidar do meio ambiente, mas também tem a responsabilidade alimentar o mundo&amp;rdquo;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; Aprovado no Senado, o projeto do novo Código Florestal brasileiro volta para a C&amp;acirc;mara dos Deputados, onde será analisado e votado no Plenário da Casa. Na seq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia, o texto seguirá para san&amp;ccedil;&amp;atilde;o presidencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              </description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1564</link>
      <pubDate>Wed, 07 Dec 2011 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>ASBIA: Pecuária brasileira deve bater recorde de inseminações artificiais em 2011</title>
      <description>O número de insemina&amp;ccedil;&amp;otilde;es artificiais no setor pecuário brasileiro em 2011 deve bater o recorde de 11 milh&amp;otilde;es. Conforme o presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Insemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o Artificial (Asbia), Lino Rodrigues, a prática vem crescendo cerca de 15% ao ano. A estimativa é de que, este ano, chegue a 18%. As insemina&amp;ccedil;&amp;otilde;es artificiais por tempo fixo (IATF), por exemplo, devem atingir a marca de seis milh&amp;otilde;es até o fim do ano, ante cinco milh&amp;otilde;es de 2010.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;quot;É muito raro um mercado crescer assim 65 vezes. E com o aumento da escala há uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os. Isso gera uma acessibilidade aos pequenos nos próximos dois anos&amp;quot;&amp;nbsp; aponta Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o zootecnista Cláudio Sabino Carvalho, do grupo Naviraí,&amp;nbsp; dois fatores explicam o crescimento do setor. Os investimentos em genética e o crescimento das IATFs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A tecnologia de IATF hoje é fácil de ser usada e está muito difundida. Está aumentando cada vez mais. Ent&amp;atilde;o, facilita a insemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o na rotina de uma fazenda de larga escala que talvez n&amp;atilde;o tenha tanta estrutura para faz&amp;ecirc;-la. O produto brasileiro vem sofrendo uma press&amp;atilde;o do setor agrícola, canavieiro, de soja e milho para aumento de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o. E para conseguir isso é preciso investir em genética &amp;ndash; opina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Rodrigues, o desafio para os próximos anos é fazer com que o pequeno produtor participe deste processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tecnologia gera produtividade. Ent&amp;atilde;o, está havendo uma populariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tecnologia. Está se descobrindo que traz retorno. O produtor motivado investe mais &amp;ndash; diz.&lt;br /&gt;</description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1559</link>
      <pubDate>Wed, 30 Nov 2011 00:00:00 -0200</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>CNA será responsável por rastreabilidade</title>
      <description>O Governo federal regulamentou a Lei 12.097, de 2009, que disp&amp;otilde;e sobre a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rastreabilidade na cadeia produtiva de carnes de bovinos e de búfalos e definiu que caberá &amp;agrave; Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) a gest&amp;atilde;o dos protocolos de rastreabilidade de ades&amp;atilde;o voluntária. A regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi feita por meio do Decreto 7.623, publicado na edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Diário Oficial da Uni&amp;atilde;o da quarta-feira (22/11). Os protocolos definir&amp;atilde;o as regras que pecuaristas e frigoríficos precisam seguir para vender para determinados mercados. &amp;quot;Essa é uma forma de garantir maior transpar&amp;ecirc;ncia para o sistema de rastreabilidade, que, num primeiro momento, valerá para a carne exportada, mas poderá ser ampliado para o mercado interno&amp;quot;, afirma a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do presidente do Fórum Nacional Permanente da Pecuária de Corte da CNA, Antenor Nogueira, esse modelo facilitará o acesso dos produtores ao sistema de rastreabilidade, sem deixar de garantir o rigor necessário para o cumprimento das regras para exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em especial para a Uni&amp;atilde;o Européia (UE). Atualmente, o bloco responde por cerca de 6% em volume e 11% em valor da carne bovina in natura exportada pelo Brasil. Para importar do Brasil, os europeus fazem uma série de exig&amp;ecirc;ncias. A necessidade de a fazenda estar numa área livre de febre aftosa e da regi&amp;atilde;o ser habilitada pela Uni&amp;atilde;o Européia s&amp;atilde;o dois desses requisitos. &amp;quot;Os animais cuja carne será embarcada para o bloco precisam estar a pelo menos 90 dias na área habilitada para exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e no mínimo a 40 dias na última propriedade antes de seguir para o frigorífico&amp;quot;, acrescentou ele, lembrando que todas essas regras estar&amp;atilde;o contidas no protocolo, cujo modelo está em fase de elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O decreto estabelece, ainda, que a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos animais pode ser feita a partir da marca a fogo, tatuagem ou outra forma permanente e auditável de marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos animais, permitindo a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estabelecimento dos proprietários. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) será responsável por fornecer toda a numera&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativa &amp;agrave; identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o individual dos bovinos e búfalos para efeito de rastreabilidade. Esse novo sistema terá como base a Plataforma de Gest&amp;atilde;o Agropecuária (PGA), um banco de dados de informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es integradas que será gerenciado em parceria com a CNA. As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Banco de Dados Único (BDU), da Guia de Tr&amp;acirc;nsito Animal Eletr&amp;ocirc;nica (e-GTA) e do Sistema de Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es Gerenciais do Servi&amp;ccedil;o de Inspe&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal (SigSif) integram a PGA, garantindo as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es necessárias para assegurar a rastreabilidade dos animais.</description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1558</link>
      <pubDate>Wed, 30 Nov 2011 00:00:00 -0200</pubDate>
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      <title>Texto-base do Código Florestal é aprovado e agrada aos ruralistas </title>
      <description>Todas as propriedades rurais que desmataram sem autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou licenciamento e foram autuadas até 2008 poder&amp;atilde;o converter as multas em servi&amp;ccedil;os de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental. É o que consta do texto-base do parecer do relator Jorge Viana (PT-AC) aprovado ontem na Comiss&amp;atilde;o de Meio Ambiente (CMA). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Defendida por ruralistas, a medida acatada por Viana foi proposta por 15 senadores e apresentada por Luiz Henrique (PMDB-SC), relator do código nas Comiss&amp;otilde;es de Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Justi&amp;ccedil;a(CCJ), Ci&amp;ecirc;ncia e Tecnologia (CCT) e Agricultura (CA). Foi modificado o item que previa a convers&amp;atilde;o de multas em servi&amp;ccedil;os de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental apenas para agricultores familiares e donos de terra com até 4 módulos fiscais, autuados até 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, na cerim&amp;ocirc;nia de 60 anos da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional da Agricultura (CNA), a presidente Dilma Rousseff defendeu o consenso. &amp;quot;A mesma maturidade para o diálogo que nos permitirá aprimorar juntos nossa política agrícola deve nos orientar na busca e na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um consenso em torno do novo Código.&amp;quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os destaques ser&amp;atilde;o examinados hoje. Suplente na CMA, Lindbergh Farias (PT-RJ) votou contra, o que irritou os relatores, que esperavam chegar ao plenário com consenso. Randolfe Rodrigues (AP) e Marino Brito (PA), do PSOL, também se opuseram. A vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o no plenário deve ocorrer em dezembro e depois o texto será reexaminado pelos deputados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um das principais mudan&amp;ccedil;as trata da recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Áreas de Preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o Permanente (APP) desmatadas ilegalmente. O texto assegura &amp;agrave;s propriedades rurais a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades em margens de rios, consolidadas até 2008 - sendo obrigatória, para rios de até 10 metros de largura, a recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de faixas de vegeta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de no mínimo 15 metros, 50% do exigido para APPs em margem de rio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              </description>
      <link>http://www.abspecplan.com.br/?pages=news&amp;id=1555</link>
      <pubDate>Thu, 24 Nov 2011 00:00:00 -0200</pubDate>
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